08h00min SÁBADO 17 de Agosto.
Ficou debruçado na janela sem notar que ficava transparente a medida que observava as nuvens que enfraqueciam a luz de algumas estrelas. Não notou, porém, quando as estrelas deram espaço aos raios de sol. Nem ao menos notou a porta ser aberta.
- Está tudo bem Tiago? – Elisa.
- Oi Elisa. Eu não a escutei. – Tiago.
- Você não me parece muito bem. Você não dorme muito bem, como Carlos. Posso ajudar?
- Ontem à noite eu pensei que Carlos fosse morrer e... Até agora eu não pude deixar de pensar no que faria no caso dele realmente morrer. Nunca o vi daquele modo antes!
- Deve ter se assustado mesmo, mas Carlos já esteve pior. Ele está bem Tiago, melhorando bastante.
- Quando ele esteve pior?
- Pergunte a ele, Carlos não pode negar.
- Posso vê-lo?
- Ele está acordado e foi retirado do soro. Vim avisá-lo para ir vê-lo.
- Obrigado.
Elisa saiu e minutos depois Tiago saiu trancando a porta antes de ir ao terceiro andar.
- Oi Tiago. Nós vamos à sorveteria. Não quer vir junto? – Roxane.
- Fica para outra vez. Vou ver Carlos. – Tiago.
- A Sandra está esperando pela gente. – Catarina.
- Estamos indo. – Bernardo.
- Bom sorvete pra vocês. – Tiago.
Ele entrou na enfermaria e encontrou Carlos sentado comendo gelatina.
- Oi Tiago.


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